Transtorno de pânico e glaucoma: cuidado integrado

Pablo E. P. Dutra, MD, MSc Psych.
Médico Psiquiatra · CRM-RJ 52.84015-7 · RQE 26100
Atualizado em 25 de outubro de 2026.

Relato de caso · Journal of Clinical Psychopharmacology · 2024

Este artigo aborda o acompanhamento de uma pessoa com transtorno de pânico e glaucoma de ângulo fechado. O caso discute a importância de considerar a saúde ocular na escolha e no monitoramento do tratamento psiquiátrico (Dutra et al., 2024).

Por que integrar as avaliações?

O planejamento do cuidado considera outras doenças, medicamentos em uso e riscos individuais. Quando existe uma condição oftalmológica, a comunicação entre os profissionais ajuda a discutir opções compatíveis com as necessidades da pessoa.

Um relato de caso ilustra uma situação clínica e seus desafios. As decisões descritas não devem ser reproduzidas automaticamente em outros pacientes. Informe ao psiquiatra sobre glaucoma e outros diagnósticos oculares e não interrompa medicamentos por conta própria.

Quando buscar atendimento urgente?

Dor ocular intensa de início súbito, olho vermelho, visão embaçada ou halos ao redor das luzes, especialmente acompanhados de náuseas ou vômitos, podem indicar uma emergência ocular. Procure atendimento imediato; não espere uma consulta psiquiátrica de rotina (NHS, s.d.).

Referência do artigo

Dutra PEP et al. You Shall Not Turn a Blind Eye to Intraocular Pressure: A Case Report of Comorbid Panic Disorder and Angle-Closure Glaucoma. Journal of Clinical Psychopharmacology. 2024. doi:10.1097/JCP.0000000000001878.

Consultar o artigo na revista

Fonte complementar para sinais de alerta: National Health Service. Glaucoma. Acesso em 25 de outubro de 2026.

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