CuPDPH: adaptação da escala de respeito e dignidade

Pablo E. P. Dutra, MD, MSc Psych.
Médico Psiquiatra · CRM-RJ 52.84015-7 · RQE 26100
Atualizado em 25 de outubro de 2026.

Adaptação transcultural · Clinics · 2024

Este estudo adaptou a escala CuPDPH à língua e à cultura brasileiras e avaliou suas propriedades psicométricas. Participaram 15 especialistas e 239 pacientes de três hospitais terciários do Rio de Janeiro (Pereira Dutra et al., 2024).

O que foi desenvolvido?

A versão estudada tem 19 itens e seis componentes relacionados à percepção de respeito e manutenção da dignidade na internação. Os resultados apresentaram indicadores favoráveis de validade de conteúdo e consistência interna na amostra avaliada.

Por que adaptar à cultura brasileira?

Traduzir palavras é uma parte do trabalho. Um instrumento também precisa ser compreensível e pertinente à experiência das pessoas que irão respondê-lo. Essa etapa permite investigar se o significado pretendido foi preservado no novo contexto.

Quais são os limites?

Uma amostra de três hospitais de uma cidade não representa todas as experiências de internação ou todas as variações linguísticas do país. Os resultados apoiam o uso investigado e precisam ser considerados junto de novas avaliações.

Referência do artigo

Pereira Dutra PE, Quagliato LA, Curupaná FT, et al. Cross-cultural adaptation of the Scale of Perception of Respect for and Maintenance of the Dignity of the Inpatient (CuPDPH) to Brazilian Portuguese and its psychometric properties – A multicenter cross-sectional study. Clinics. 2024;79:100328. doi:10.1016/j.clinsp.2024.100328.

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Etapas dessa linha de pesquisa

2022: revisão sistemática sobre respeito e dignidade
2026: validação da escala APREMDI
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